PF investiga uso de CPFs de 549 falecidos em esquema de apostas
A Polícia Federal apura o uso de documentos de 549 pessoas já mortas em operações de câmbio em casas de apostas. A Pixbet teve suas atividades suspensas pelo Ministério da Fazenda.

Investigação da PF
A Polícia Federal está conduzindo uma investigação sobre a utilização de CPFs de 549 indivíduos falecidos em um esquema que envolve casas de apostas. Os documentos, segundo as apurações, estavam sendo usados para criar identidades falsas, permitindo operações de câmbio não autorizadas e facilitando a evasão de divisas.
Como resultado das investigações, o Ministério da Fazenda decidiu suspender imediatamente as atividades da empresa de apostas Pixbet, uma ação que ocorreu na última quinta-feira. A medida visa coibir práticas irregulares no setor e proteger a integridade do sistema financeiro.
A defesa da Pixbet se manifestou, alegando que não teve acesso prévio à determinação que autorizou a operação da Polícia Federal e que foi pega de surpresa pela ação. A empresa afirmou que, assim que obtiver mais informações sobre a decisão, irá se pronunciar sobre o caso.
Documentos financeiros analisados pela investigação indicam que os CPFs utilizados pertencem a pessoas que faleceram há mais de 20 anos, levantando preocupações sobre a gravidade e a extensão do esquema em questão.
Publicação automática · Equipe Beetech. Conteúdo apurado e redigido por automação a partir de O Globo. Leia a publicação de referência aqui. Para correções, fale com a redação.
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