Carta africana sobre família é criticada por grupos de direitos humanos como retrógrada
Um tratado africano que rejeita obrigações internacionais de direitos humanos avança, gerando preocupações entre ativistas.

Críticas à Carta Africana sobre Família
Uma proposta de tratado africano, que se opõe a compromissos internacionais de direitos humanos, está se aproximando da implementação após reuniões de governos no Gana. O projeto de carta, que foca em família, soberania e valores, afirma que os valores e a cultura africanos estão ameaçados por "ideologias estrangeiras".
O documento sugere que os países africanos se afastem de acordos que não estejam alinhados com seus princípios, incluindo o Protocolo de Maputo de 2003, que promove a igualdade de gênero e protege os direitos de saúde e reprodução de mulheres e meninas. Essa posição tem gerado forte resistência de organizações de direitos humanos, que consideram a carta uma ameaça ao progresso social e aos direitos fundamentais.
Ativistas afirmam que essa abordagem pode reverter conquistas importantes na luta pelos direitos das mulheres e da comunidade LGBTQIA+, além de enfraquecer os compromissos assumidos por muitos países africanos em relação à igualdade de gênero e à saúde reprodutiva. A discussão sobre o tratado continua a polarizar opiniões dentro e fora do continente.
Publicação automática · Equipe Beetech. Conteúdo apurado e redigido por automação a partir de The Guardian (World). Leia a publicação de referência aqui. Para correções, fale com a redação.
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